terça-feira, 12 de maio de 2009

Obamídia 01



A grande revolução na maneira de fazer campanha política. Mais do que isso, na maneira de fazer comunicação. Como disse Arianna Huffington no The Huffington Post, antes mesmo do resultado das eleições americanas foi declarado um vencedor: a internet.

Em 2000 e 2004, a internet já despontava como organismo essencial de uma disputa eleitoral, mas nada comparado com ao que aconteceu agora, em 2008. Sendo mais específico, ao que a campanha épica do candidato Barack Obama foi capaz de fazer no ambiente online e nas novas mídias em geral, ao mesmo tempo que influenciou permanentemente a linha que divide online e offline e atingiu a cultura pop.


Como diz matéria no NY Times, tratou-se de iniciativas guiadas pela tecnologia, focadas no microtarget, tão engajadoras que foram capazes de envolver americanos, que nem nunca tinham votado antes, no processo eleitoral, em especial o público jovem-adulto. O que no fim das contas vai significou um recorde de comparecimento às urnas.

É Óbvio que a televisão e os jornais continuam desempenhando papel importante na escolha dos políticos. Se transformou em uma via altamente influenciada pela internet, ao invés do contrário. E quando Obama veiculou um comercial de 30 minutos nas três maiores emissoras de TV americanas, o fez com dinheiro arrecadado na web.

Obamídia 02

Quando se fala em 120 mil seguidores no Twitter, um grupo no Facebook com 2.3 milhões de membros e 11 milhões de views em um vídeo no YouTube, os números parecem baixos se comparados ao alcance de uma mídia de massa, mas formam uma comunidade de pessoas que fazem diferença, que são altamente multiplicadoras e influenciadoras.


Essa comunicação feita de pessoa pra pessoa construiu uma gigantesca plataforma de conteúdo que independeu da vontade de grandes grupos de mídia. Mais do que isso, provou o poder da integração, da mensagem pulverizada nos mais diferentes meios.

Por outro lado, a televisão e os jornais aprenderam grandes lições com as possibilidades da internet, produzindo conteúdo exclusivo, aproveitando o que é gerado pelas pessoas e desenvolvendo ferramentas, mapas interativos, widgets eleitorais, etc.

Alguns exemplos: mapas da CNN, Yahoo, CQ, New York Times, Washington Post. Projeto Video Your Vote do YouTube. Twitter Vote Report. Twitter Election. Google 2008 U.S. Election.

São ferramentas que permitem analisar, compartilhar, agregar, categorizar, dissecar tudo quanto é tipo de informação sobre as eleições, que além de informar estimulam a participação do usuário. Aplicativos que não eram possíveis nas eleições passadas, e hoje são parte integrante das mídias sociais.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

ALTA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

Trecho do programa “DNA The Secret of Life”, da PBS.
01.Pense a tecnologia mais avançada que você conhece. Você dá um pau nela.
02. Na minha época de colegial o livro trazia um desenho tosco do que seria uma cadeia de DNA. Visualizações vão mudar o ensino. Ou melhor, o aprendizado.

Tem vários desses no youtube, tudo isso traduzido e colocado nos Pen Drives das escolas do Paraná, para o professor resta só vai apertar o play!.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Fernando Collor Campeão de Faltas no Congresso

É o que revela levantamento sobre a assiduidade no Senado Federal, a partir da análise das listas de presença publicadas pelo Diário do Senado, que é o órgão oficial da Casa. O Senador mais ausente neste ano foi o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL), que compareceu a apenas 44 sessões deliberativas. O índice de faltas de Collor foi de 42,11%. O suplente do ex-presidente, o seu primo Euclydes Mello (PRB-AL), que o substituiu quando Collor se licenciou do Senado, também não se saiu bem no quesito assiduidade: teve um índice de faltas de 34,88%

Pela Constituição Federal, o parlamentar corre o risco de perder o mandato --já que a pena está prevista para os senadores que não comparecem a um terço das sessões plenárias da Casa.